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FMCSV - Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal

Como Fazemos

Em 2012, a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal conseguiu agregar suas atividades em torno de três eixos estratégicos que orientam sua atuação e consolidam um pensamento integrado:
  
  • Articulação
  • Gestão do Conhecimento
  • Práticas
 
Esses eixos se relacionam entre si, e praticamente todos os projetos envolvem, pelo menos, dois deles. São eles que vão ajudar o leitor a caminhar pelas páginas deste relatório.​​​​​
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 Articulação

 
A FMCSV tem uma equipe focada em aproximar e facilitar o relacionamento entre atores sociais que apresentam grande potencial de investir, promover e trabalhar ativamente para o desenvolvimento da Primeira Infância. Essa articulação acontece em diversos níveis e é direcionada aos três setores da sociedade: governo, iniciativa privada e entidades sem fins lucrativos.
 

 Gestão do Conhecimento

 

Gestão do Conhecimento é o eixo de atuação mais abrangente da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal (FMCSV) e tem a função de gerar, organizar, armazenar e compartilhar o conhecimento referente ao desenvolvimento da Primeira Infância. Esse trabalho vai muito além do conteúdo produzido pela FMCSV em seus projetos e reúne conteúdos teóricos e práticos, produzidos no Brasil e no exterior. A proposta é gerar e disseminar informações que contribuam para o melhor entendimento da Primeira Infância por parte da sociedade, com ações integradas e que envolvam múltiplas abordagens. 

Em 2012, essa orientação ganhou força e se materializou em diversas iniciativas: uma pesquisa encomendada ao Ibope trouxe a percepção dos brasileiros sobre a Primeira Infância; o II Simpósio Internacional de Desenvolvimento da Primeira Infância falou sobre o diálogo entre a ciência e as políticas públicas para 430 especialistas, acadêmicos e gestores; a parceria com a Fapesp se fortaleceu e gerou mais incentivos para a produção científica; também foram produzidos programas de televisão para educadores e muitas outras ações nas áreas de pesquisa e avaliação. 

 
Boa parte desse trabalho está disponível no portal da FMCSV (www.fmcsv.org.br), que reúne artigos, vídeos e outros conteúdos sobre os vários aspectos da Primeira Infância. No endereço também se encontra o link para a Enciclopédia do Desenvolvimento da Primeira Infância (www.enciclopedia-crianca.com), desenvolvida pelo Centro de Excelência no Desenvolvimento da Primeira Infância da Universidade de Montreal (Canadá).
 

 Práticas

 

Além do trabalho realizado nos outros eixos de atuação, a FMCSV vai a campo testar tecnologias sociais e produzir novos conhecimentos de processo, seja por meio de parcerias ou do Programa Primeiríssima Infância, iniciativa que intervém diretamente em municípios do interior do estado de São Paulo desde 2009. Essa é a principal atividade no eixo das práticas.

O Primeiríssima Infância é baseado em três ações principais: a articulação de uma governança intersetorial com participação de representantes das secretarias da Saúde, Educação e Assistência Social; a capacitação dos profissionais dessas três redes públicas; e a sensibilização da comunidade para o tema da Primeira Infância. O novo nome foi muito útil para esta terceira iniciativa.

 
A presença da FMCSV nos municípios começou efetivamente em 2009, combinando apoio técnico e financeiro. Até 2012, o programa contou com a participação de 13 cidades, escolhidas de acordo com critérios como tamanho, infraestrutura (existência de maternidade, por exemplo) e baixo fluxo migratório.

 
Em cada cidade, os projetos são acompanhados por especialistas em desenvolvimento infantil, que elaboram um diagnóstico local a partir de um amplo levantamento sobre a qualidade do atendimento às crianças e às gestantes. Além de envolver prefeituras e profissionais da rede pública de saúde, educação e assistência social, a comunidade local também é foco de mobilização e conscientização sobre o tema.

 
Essas atividades são monitoradas permanentemente a partir de 50 indicadores, que avaliam a efetividade do programa e o aprimoramento da gestão na esfera pública. A análise desses indicadores permite a construção de uma base histórica da qualidade do atendimento e possibilita a identificação de oportunidades de melhoria para a gestão e para o próprio programa.​​