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Gestão Patrimonial

A gestão patrimonial é um dos pilares da governança da Fundação Maria Cecilia. Suas diretrizes buscam assegurar que a entidade tenha recursos necessários para cumprir sua missão de forma sustentável no longo prazo.

A administração do patrimônio leva em conta as características únicas da Fundação Maria Cecilia: é uma das poucas fundações do Brasil não vinculadas a grupos econômicos, é familiar, tem um dos dez maiores fundos patrimoniais do país, e é reconhecida por sua gestão financeira independente e profissional.
 
A gestão patrimonial da Fundação, seguindo as práticas mais elogiadas de administração de investimentos institucionais, organiza-se em torno de três conceitos:
 
  • Fundo operacional: reúne os recursos necessários para custear atividades administrativas e os programas da Fundação Maria                                                      Cecilia;
  • Fundo patrimonial: concentra os ativos cuja rentabilidade assegura que a Fundação Maria Cecilia  e sua missão sejam sustentáveis                                              no longo prazo.​
  • Política de investimento: define as estratégias para gestão financeira dos dois fundos;
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Fundo Operacional

 O total de recursos necessários para arcar com as despesas administrativas e dos programas da Fundação Maria Cecilia compõe o fundo operacional.
O montante a ser transferido do fundo patrimonial para o operacional é estabelecido pelo Conselho de Curadores anualmente, quando este define a programação de atividades do ano e o orçamento necessário para realizá-las. O foco desses investimentos, portanto, é o curto prazo.
O mesmo conselho acompanha a aplicação dos recursos, por meio de relatórios apresentados em reuniões periódicas. A gestão financeira do fundo operacional segue princípios de transparência – os dados são verificados anualmente por uma das grandes empresas de auditoria do Brasil.

Fundo Patrimonial

​​Os valores totais para investimentos em uma organização podem ser chamados de fundo patrimonial quando servem para dar apoio financeiro a uma entidade com fins e​specificados pelo doador (ou pelos doadores) dos recursos.
O fundo patrimonial, como destaca o economista David Swensen no livro “Pioneering Portfolio Management”, reduz a instabilidade das receitas, permite planejamento no longo prazo e, assim, fortalece a capacidade de uma instituição ser viável do ponto de vista operacional.
Na Fundação Maria Cecilia, o fundo patrimonial foi criado pelo Conselho de Curadores, formado por membros da família Souto Vidigal e por convidados externos. 
A gestão patrimonial desse fundo determina que os investimentos sejam feitos com prudência e responsabilidade, tendo como objetivo a manutenção das atividades da Fundação Maria Cecilia e a perpetuação de seu patrimônio. 

Política de Investimento

​​​ ​A po​lítica de investimento da Fundação Maria Cecilia é definida a partir de sua Missão e dos processos de Governança do Fundo. É essa política que determina a exposição ao risco, a alocação dos recursos, o critério de avaliação e outros padrões conforme indica a figura abaixo. 
politica de investimentos.pngEsse processo envolve os membros dos principais órgãos de governança da Fundação Maria Cecilia.
O Conselho de Curadores é responsável por decidir o direcionamento dos ativos e escolher os gestores no mercado.
Ele conta com a assessoria do Comitê de Investimentos, que faz recomendações sobre a gestão dos recursos financeiros da Fundação Maria Cecilia, com o apoio do Conselho Fiscal, que fiscaliza a gestão econômico-financeira.
A Fundação Maria Ceciliatem uma equipe que acompanha, executa e faz propostas para as operações financeiras e a gestão dos recursos.
Ao longo do ano, reuniões periódicas apresentam o desempenho dos investimentos do fundo patrimonial ao Comitê de Investimentos e ao Conselho de Curadores. Nesses encontros, após a análise dos resultados e das propostas, são tomadas decisões sobre a alocação e gestão dos recursos, tendo como diretrizes a perenidade da Fundação Maria Cecilia, a maximização do retorno dos investimentos e a redução dos riscos.
Para isso, a política de investimentos prevê diversificação das aplicações, de modo que a carteira total atinja uma rentabilidade mais expressiva com um menor risco.
A estratégia nessa área determina que a gestão dos recursos siga o objetivo social da Fundação – o que implica, por exemplo, não investir diretamente em ações de empresas de bebida, cigarro e armamento.