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Acolhimento familiar é prioritário: a experiência de Cascavel

Publicado em 28/03/2019

O Plano Nacional de Defesa do Direito das Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária, lançado em 2006, foi um marco no sentido de priorizar o acolhimento familiar em detrimento ao acolhimento institucional (abrigo) para crianças vítimas de violência.



Esta estratégia proporciona a manutenção do vínculo afetivo e estímulo da criança, além de garantir o direito da criança a direitos básicos. Ainda existem, contudo, muitas cidades brasileiras onde o acolhimento institucional é maioria. Não é o caso de Cascavel (PR), cidade que, depois de mais de uma década de trabalho, conseguiu zerar o número de crianças e adolescentes acolhidos em abrigos.



O Instituto Geração Amanhã entrevistou Neusa Cerutti, assistente social e coordenadora do Serviço de Acolhimento Familiar da cidade paranaense, sobre a experiência local e a urgência de debater o sistema de acolhimento em voga hoje no sistema público. 



​​​​​​​Conetúdo publicado originalmente no canal do YouTube do Instituto Geração Amanhã




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