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A cor da dor: iniquidades raciais na atenção pré-natal e ao parto no Brasil

Publicado em 09/01/2017

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Quando comparadas às mulheres brancas, gestantes e puérperas negras estão em maior risco de sofrer violência obstétrica e terem um pré-natal inadequado. É o que aponta o estudo abaixo, produzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a partir de dados do levantamento “Nascer no Brasil: Pesquisa Nacional sobre Parto e Nascimento”.

O estudo é um dos mais representativos já feitos sobre o tema no país, tendo ouvido e avaliado prontuários de mais de 23 mil mulheres. Em relação às disparidades raciais, as estatísticas destacadas neste artigo mostram que gestantes e puérperas negras são privadas do direito ao acompanhante com maior frequência e recebem menos anestesia para a realização de episiotomia.

O trabalho indica que as desigualdades se estendem ao longo do processo da gravidez, desde um número menor de consultas no pré-natal a uma falta de orientações que resulta em peregrinação na hora de parir.




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