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Desigualdade no acesso ao pré-natal: 15 anos de dados

Publicado em 01/11/2018

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Uma primeira infância saudável e frutífera começa ainda na gestação, com o pré-natal de qualidade. No Brasil, contudo, é aí que os problemas se iniciam. O estudo abaixo, realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina e publicado no periódico Epidemiologia e Serviços de Saúde, analisa 15 anos de pré-natal no Brasil.

Ao todo, quase 50 milhões de nascimentos entraram na pesquisa. A proporção de gestantes que realizaram ao menos sete consultas de pré-natal, como preconiza o Ministério da Saúde, aumentou entre 2000 e 2015, em todos os grupos sociais e raciais avaliados. Algumas desigualdades, contudo, persistem – taxa de escolaridade e cor da pele influenciam nos números. 

*Conteúdo publicado originalmente na Revista Epidemiologia e Serviços de Saúde

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